En Passant

Vc já experimentou uma vontade imensa de estar ao lado de alguém que mal conhece? Alguém que de alguma forma lhe transmite uma sensação de bem estar, e uma perspectiva de que é possível sorrir com frequencia, e viver de maneira leve, muito leve??? Pois bem; sei que isso não é algo comum de se sentir, mas lhe asseguro de que quando acontece, traz de volta aquele friozinho na barriga gostoso de sentir, algo bom, prazeroso.
Às vezes, subestimamos a capacidade das pessoas de nos fazerem bem, não olhamos do lado, não percebemos que a alegria, a felicidade, a segurança, e o tal friozinho na barriga, podem estar bem pertinho; que não precisamos insisitir num erro, acreditar no impossível, querer o impraticável, acreditar na mudança e esperar que alguém a quem nos doamos por algum tempo, pode de uma hora pra outra mudar, se adequar à nossa vida, nos respeitar, nos fazer feliz.

Abra os olhos, a felicidade pode estar batendo à porta, enquanto nós , estamos anestesiados querendo o impossível e olhando pelo retrovisor, querendo emendar uma estrada esburacada e defeituosa. Como nos recomenda Gulherme Arantes: “Pra que ficar juntando os pedacinhos do amor que se apagou???? Nada vai colar, nada vai trazer de volta a beleza cristalina do começo, e os remendos pegam mal…”

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Nem lá, nem cá.

Existem mulheres chatas, pegajosas, autoritárias, sufocantes, desagradáveis, que se perdem por si próprias, e tornam a convivencia com alguém racional, indesejável e impraticável; essas casam logo, e a maioria de nós, homens, se agara com elas!!!! Mais cedo ou mais tarde a gente se envolve, com essa raça, namora, noiva, casa, constituí familia, divide o plano de saúde, a casa, o carro, e vive entendiado por todo o sempre, assistindo futebol, vendo a barriga crescer, e de olho na empregada da vizinha.
Mas, no meio desse universo medonho que é o feminino, existem mulheres que apenas nos observam, são interessantes, inteligentes, mas não se esforçam pra aparecer, sua presença lhes basta, elas se fazem notar naturalmente, e se impõem mais pela ausencia do que pela presença contínua e incoveniente, essas sim, são perigosas, apaixonantes, e embora leve um pouco mais de tempo, essas feras acabam encontrando alguém legal, e fazem esse alguém muito feliz…

Paciência é o meu nome.

Nem lá, nem cá…

Odeio cobranças, mas via de regra retribuo as manifestações de carinho que recebo; sejam emails, recados via Orkut, comentários no blog. E não por me sentir obrigado ou intimado a reagir diante de algum estímulo que me fazem, mas principalmente pela necessidade que tenho de formalizar e por conseguinte, manifestar publicamente o carinho e respeito que alimento por quem me cativa.

Como disse, não me sinto obrigado a nada, seja a gostar de alguém ou gritar aos quatro cantos que a adoro; mas garanto que muito rapidamente consigo desenvolver um sentimento de antipatia por quem não respeita limites, os meus limites, arvora para si o direito de acreditar que domina o meu tutorial, ou a quem simplesmente negligencia meu carinho, e me dispensa comentários ou mensagens esporádicas de “respeito, consideração, saudade”…

Quem me conhece sabe que é assim; sabe como funciono, e não ousa contrariar meu principios, vicios, loucuras, desatinos; quando entendem isso me conquistam, me atraem, me ganham por inteiro. Como diz a máxima: “Nem oito, nem oitenta…”

Sobre ventos "ásperos"

Falei num outro post, a long time ago, sobre a fragilidade de alguns relacionamentos que se sustentam, ou mesmo sobrevivem, em nome de algo que ainda não consegui definir.

Talvez um misto de carência, solidão, medo, necessidade… Sei lá! Mas enfim, de algum sentimento fortuito que via de regra se esvai no meio de algum relação que se estabeleceu, justamente quando o outro lado, agora apaixonado(a), começa a fazer planos, conjecturar sobre futuro, ainda que próximo; e ingenuamente até começa a acreditar que algo de muito bom está acontecendo. Ledo engano…

Nada contra relacionamentos esporádicos, despretensiosos, por vezes “ingênuos”; mas tudo e todos os esforços em favor da transparência, da sinceridade.

Não precisamos viver encarcerados, sem lançar-nos à vida ou mesmo às relações fugazes; mas devemos no mínimo ser honestos, transparentes; principalmente com o outro(a).

Bom fim de semana!!!!!

E o fim de semana chegou! Imagino que você esteja feliz né????? Que bom, opotunidade pra descansar, sorrir, amar e ser amado(a); deixar a rotina e o stress da semana de lado né isso???

Ah ! o fim de semana, ele chegou e você torceu pra que ele chegasse,!!! É o momento de estar ao lado de quem vc gosta, te respeita e completa… De quem partilha com vc o ócio e a banalidade; ao lado de quem vc ri da vida, dos outros, e de vcs mesmo…

Como é bom se sentir livre ao lado de quem a gente curte, né? De quem a gente gosta de olhar, ver falar, gesticular, sorrir; de quem nos devolve o brilho nos olhos, de quem gostamos de estar ao lado, e respeitamos pelo simples fato de existir, e amamos apenas por saber que essa pessoa merece um mundo perfeito, e do qual façamos parte!!! E é por isso que vc está alegre!!!!!!!

Bom, é bom demais gostar de alguém despojado… Sem preconceitos, que nos aceita e nos quer por inteiro e do jeitinho que somos, alguém que não nos cobra nada que não possamos oferecer e que é incapaz de nos reprimir por sermos quem sempre fomos, um ser humano com o qual desejamos estar nos próximos anos, e ao lado de quem vc deseja viajar, explorar o mundo e a vida!!!!!! Sorte a sua viu, que inveja…

Ah! como deve ser bom estar ao lado de alguém que nos faz carinho e nos quer bem… Que enxerga o dia de hoje como a última chance de ser feliz; uma pessoa que antes de pensar nela pensa nos “dois”, mas que comprende perfeitamente que o “dois” só funciona quando ambos respeitam a individualidade alheia; porque afinal, são parceiros, e não “propriedade” um do outro.

Que sorte a sua né??? O fim de semana chegou e mais do que uma companhia, vc tem um(a) amigo(a), e assim sendo, a monotonia e a indiferença, ficarão reservadas para segunda-feira…Parabéns!!!!!!!